sábado, 23 de julho de 2011
Era de se esperar.
Amy Winehouse morreu. Era de se esperar, disseram muitos. A única coisa que se é de esperar é que todos nós vamos morrer. Mas foi Amy Winehouse quem morreu. Para delírio dos que contavam os dias para que ela morresse. Dos que previam sua morte anunciada. E se esquecem que já estão mortos. Podres por dentro. Decompondo-se em vida. Putrefatos. E agora sobrevivem em torno dos corpos dos que já morreram. Feito urubus em volta da carniça. Feito vermes disputando o primeiro naco de carne. Alimentam-se da podridão. Dela se nutrem. Pois agora a carne está servida: refestelem-se!
Assinar:
Postagens (Atom)